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Tudo sobre o novo Kia Rio

Tudo sobre o novo Kia Rio
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“Continua a ser um Rio de vantagens”

A KIA aposta muito no novo Rio, porque para além de ser o modelo mais vendido a nível nacional, é o terceiro mais vendido mundialmente. É também a porta de entrada para mais clientes constatarem a evolução que tem sido sentida nos outros modelos da gama, tais como o Sportage e, mais recentemente, o Optima. Por isso irá notar as melhorias, seja no seu interior mais cuidado, seja nas melhores ligações ao solo, graças a uma direcção e suspensões totalmente revistas. Num primeiro contacto, tivemos a hipótese de guiar as três motorizações que compõem a gama inicialmente, ou seja, dois gasolina: 1.0 T-GDi de 100cv, um turbo com arquitetura tricilindrica, e o mais tradicional 1.2 de quatro cilindros que debita 82cv. Na vertente diesel, a KIA deixou cair a versão 1.1 e passa a contar com o 1.4 CRDi já usado no Cee’d.

O primeiríssimo contacto foi precisamente com a versão mais potente a gasolina, o 1.o Turbo que assume o protagonismo de primeiro desportivo da gama Rio (haverá possivelmente uma versão GT mais para a frente). Os seus 100cv são bastante despachados, com uma boa faixa de utilização, bastante viva até às 3500 rpm, nas estradas da Lagoa Azul, onde ficou provado o superior chassis, conseguindo um “pisar” bastante Europeu, gerindo muito bem os maus pisos com uma boa dose de conforto a bordo. A direcção é agora mais directa e rápida, fruto dos recentes desenvolvimentos da marca. Mas para isso, a KIA preparou alguns jogos no Circuito do Estoril.

No Paddock esperava-nos um 1.4 CRDi. O desafio? Um circuito de slalom, onde seria possível comprovar a superior agilidade do modelo. Com grande aderência mesmo em pisos mais molhados, a rapidez de inserção em curva impressionou, comparado com o anterior modelo, com o conjunto motor diesel/caixa também com um elevado “salto” em termos de prestações. Mas a melhor maneira de o comprovar, é mesmo saindo dos portões e seguir para uma volta maior, em direcção ao Cabo da Roca. Chegados, saímos também para apreciar melhor o seu exterior, com aspecto robusto, que conta com uma linha simples, fácil de gostar.

A frente conta com a grelha Tiger Noose, imagem de marca, com o para-choques volumoso a contar com uma grande entrada de ar, ladeada pelos faróis de nevoeiro, a imagem desportiva é ainda incrementada pelo desenho das jantes, disponíveis em 16” ou 17”, consoante a versão. A lateral é bastante simples, ainda assim é descomprometida e sem pontos que a faça desgostar. O mesmo se passa com a traseira, em que o destaque vai claramente para os farolins LED com uma interessante assinatura, mantendo o desenho simples da tampa da mala, com a matrícula posicionada no para-choques numa parte mais negra, que lhe dá um ar mais dinâmico.

Mas é no seu interior que as coisas melhoram. Um autêntico salto, embora os materiais não sejam os mais macios, muitos deles são rijos, isso é, porém, normal neste segmento. O KIA Rio triunfa no capítulo da montagem, cuidada e isenta de erros, bem como no equipamento e disposição dos elementos, com claro destaque para o ecrã touch que comanda o sistema de infotenimento e com os restantes comandos a estarem ergonimicamente posicionados, tal como se pretende num automóvel utilitário.

Bem posicionados vamos também a conduzir, com um bom ajuste dos bancos como da coluna de direcção, com os assentos a revelarem um bom apoio, especialmente na versão mais equipada, que conta com revestimento em pele artificial.

Atrás conseguem sentar-se confortavelmente dois passageiros, de altura normal, sem constrangimentos. A bagageira é também bem dimensionada, aumentando a sua dimensão para os 325l, sendo, a partir de agora, uma das maiores do segmento.

Todo esse espaço e bagageira são parte do incremento de dimensões, 10mm na distancia entre eixos e 15mm no comprimento total.

Mas a apologia da KIA passa claramente pela vasta oferta de equipamento, e isso claramente não mudou na nova geração do Rio. Contamos com elementos quase exclusivos neste segmento. Exemplo para o lane departure warning, sistema de travagem autónoma, ou os bancos e volante aquecidos, já para não falar do assistente de máximos automáticos. Obviamente, estão presentes todos os outros dispositivos de segurança, ditos, “obrigatórios”.

A gama em Portugal, na altura de lançamento, é composta por três motorizações, com quatro níveis de potência, divididas em também quatros níveis de equipamento: LX, SX, EX e TX.

A primeira (LX) já conta com A/C, bluetooth, Sensor de Luz e Cruise-Control. O novo nível SX ganha os faróis de nevoeiro e as jantes de liga-leve de 15”, bem como as luzes diurnas LED.

O EX é aquele que é tomado pela KIA como o nível equilibrado, e onde se pensa que fique a maioria das vendas, conta para além dos equipamentos referidos acima, com o A/C Automático, jantes de 16”, sistema de navegação, sensor de chuva e câmera e sensores de estacionamento.

O nível TX conta ainda com as jantes de 17”, apoio de braço, luzes LED e carregador USB nos bancos traseiros.

Quanto a motores, o 1.0T-GDi é a estrela e só estará disponível no nível de equipamento mais elevado, por 19.300€, mas a gama começa nos 15.600€ para o LX com motor 1.2, e o diesel de 77cv nos 19.500€ na versão LX. Fiquem com os preços abaixo:

Gasolina:

1.2 (84cv) 
LX – 15.600€
SX – 16.050€
EX – 17.800€

1.0 T-GDi (100cv)
TX – 19.300€

Diesel:

1.4 CRDi (77cv)
LX – 19.500€
SX – 19.750€

1.4 CRDi (90cv)
EX – 21.980€
TX – 22.830€

Sabe ainda que o novo KIA Rio chega aos concessionários da marca na segunda quinzena de Março e conta tal como os restantes modelos da marca, com os 7 anos de garantia!

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Rodrigo Hernandez Fundador e Director Editorial, criou o MotorO2 em 2012 devido a uma tremenda vontade de escrever acerca da sua grande paixão: os automóveis! Paixão essa que existe mesmo antes de falar, já que a sua primeira palavra foi a de uma conhecida marca de automóveis. Sim, a sério!